13 setembro 2025

✝️🔴 Dois Caminhos para a Justiça?

Dois Caminhos para a Justiça?

A busca por justiça social é uma das inquietações mais profundas da humanidade. Ao longo da história, diferentes vozes se levantaram para denunciar a opressão, a desigualdade e o sofrimento dos mais vulneráveis. Entre essas vozes, duas se destacam por sua força transformadora: a de Jesus Cristo, o Messias que pregou o amor e a compaixão, e a de Karl Marx, o filósofo que denunciou a exploração do sistema capitalista. Embora oriundos de tradições distintas — uma espiritual, outra materialista — ambos compartilham um olhar crítico sobre a realidade e um desejo ardente de transformação.

O Evangelho como Projeto de Igualdade

Os ensinamentos de Cristo são, em sua essência, um chamado à fraternidade radical. Ao afirmar que devemos amar ao próximo como a nós mesmos e colocar Deus acima de todas as coisas, Jesus propõe uma ética que rompe com o egoísmo e a indiferença. Ele se aproxima dos pobres, dos doentes, dos marginalizados, e os coloca no centro de sua missão. Em suas palavras e ações, vemos um profundo compromisso com a dignidade humana, com a partilha e com o serviço.

As primeiras comunidades cristãs viviam em comunhão de bens, como descrito em Atos dos Apóstolos. Ninguém considerava exclusivamente seu o que possuía, e tudo era repartido conforme a necessidade de cada um. Essa prática concreta de igualdade e solidariedade revela que o cristianismo, em sua origem, não era apenas espiritual — era também profundamente social.

Marxismo: A Crítica Estrutural da Desigualdade

Karl Marx, por sua vez, propôs uma análise estrutural da sociedade, identificando na luta de classes o motor da história. Para ele, o capitalismo é um sistema que perpetua a exploração, concentrando riqueza nas mãos de poucos e condenando muitos à miséria. Sua proposta de uma sociedade sem classes, onde os meios de produção sejam coletivos, visa romper com essa lógica de dominação.

Embora Marx tenha criticado a religião institucional como instrumento de alienação, sua indignação diante da injustiça ecoa, em muitos aspectos, o clamor dos profetas bíblicos e a compaixão de Cristo. A Teologia da Libertação, por exemplo, é uma corrente cristã que dialoga com o marxismo, reinterpretando o Evangelho à luz da luta dos pobres e oprimidos.

O Capitalismo e o Distanciamento Ético

Em contraste, o capitalismo moderno frequentemente se afasta dos valores cristãos. Ao valorizar o lucro acima da vida, a competição acima da solidariedade e o consumo acima da dignidade, ele transforma relações humanas em transações. O sistema capitalista, embora capaz de gerar inovação e prosperidade, ignora os mais vulneráveis e perpetua ciclos de exclusão.

Jesus advertiu: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mateus 6:24). Essa afirmação não é apenas espiritual — é profundamente política. Ela denuncia a idolatria do capital e convida a uma conversão que começa no coração, mas se expressa na prática social.

Pontes e Possibilidades

Cristo e Marx não são idênticos, nem suas propostas são intercambiáveis. Um fala de salvação eterna, o outro de revolução histórica. No entanto, ambos apontam para a urgência de romper com sistemas que desumanizam. Ambos sonham com um mundo onde ninguém seja descartado, onde o pão seja de todos, onde a dignidade seja inegociável.

Reconhecer essas convergências não significa confundir fé com ideologia, mas sim compreender que a espiritualidade cristã, quando vivida com autenticidade, é incompatível com a indiferença social. E que a crítica marxista, quando orientada pela ética do cuidado, pode ser uma aliada na construção de um mundo mais justo.

Conclusão

O Reino de Deus, anunciado por Cristo, não é uma utopia distante — é uma possibilidade concreta que começa quando escolhemos amar, servir e partilhar. A justiça social, proposta por Marx, não é uma ameaça à fé — pode ser, para muitos, uma expressão dela. Entre o altar e a fábrica, entre a cruz e o manifesto, há um espaço fértil para o diálogo, para a ação e para a esperança.

Cristo e a Prosperidade: Fé ou Barganha?

 

Cristo e a Prosperidade: Fé ou Barganha?



Essa teologia tem raízes no movimento chamado “Palavra da Fé”, que por sua vez foi influenciado por ideias do Novo Pensamento, uma filosofia espiritual que mistura cristianismo com autoajuda, pensamento positivo e metafísica. Teologia da Prosperidade é uma corrente teológica bastante controversa dentro do cristianismo contemporâneo. Ela ensina que fé, palavras positivas e doações financeiras podem levar à prosperidade material e à saúde física. Em outras palavras, se você crê o suficiente — e contribui com certos ministérios — Deus vai te recompensar com riquezas, sucesso e bem-estar.

No cenário religioso contemporâneo, a chamada Teologia da Prosperidade tem ganhado espaço em templos, mídias e discursos que prometem bênçãos materiais como sinal da fé verdadeira. Mas será que essa visão está alinhada com os ensinamentos de Jesus Cristo? 


Ao observar o Evangelho, vemos que Jesus nunca prometeu riquezas terrenas. Pelo contrário, ele alertou contra o apego ao dinheiro e à busca desenfreada por bens materiais. Em Mateus 6:24, ele afirma com clareza: “Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro.” E quando foi tentado pelo diabo no deserto, recusou a oferta de “todos os reinos do mundo e sua glória” (Mateus 4:8-9), mostrando que o Reino de Deus não se constrói com poder terreno, mas com amor, serviço e entrega.

A Teologia da Prosperidade, ao transformar a fé em uma espécie de moeda de troca, corre o risco de distorcer o coração do Evangelho. Ela sugere que a bênção divina se mede pela conta bancária, e que o sofrimento é sinal de falta de fé. Essa lógica não apenas ignora a cruz — símbolo máximo da entrega e do sacrifício — como também desumaniza os pobres, culpando-os por sua condição.

Em contraste, a Teologia da Libertação, embora também polêmica, parte de uma leitura comprometida com os pobres e oprimidos. Ela não promete riquezas, mas propõe uma fé encarnada na realidade social, que denuncia injustiças e busca dignidade para todos. Inspirada por textos como Lucas 4:18 — “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar boas novas aos pobres” — essa teologia vê no Evangelho um chamado à transformação concreta da sociedade.

O capitalismo, com sua lógica de consumo e acúmulo, encontra na Teologia da Prosperidade um aliado conveniente. Juntos, eles promovem uma espiritualidade individualista, onde o sucesso é sinal de bênção e o fracasso é sinal de culpa. Mas Jesus nos chama para outro caminho: o da partilha, da humildade, da comunhão.

A verdadeira prosperidade, segundo o Evangelho, não está nos bens que acumulamos, mas na vida que oferecemos. Está na paz que não depende de circunstâncias, no amor que não exige retorno, na esperança que resiste ao desespero. É uma prosperidade que não se compra — se vive.

O Chamado à Consciência

Ao integrar essa reflexão ao artigo “Cristo, Marx e a Busca por Justiça”, percebemos que o desafio do cristão hoje não é escolher entre fé e política, entre espiritualidade e ação — mas sim viver uma fé que seja coerente, encarnada e comprometida com o outro. Tanto o marxismo quanto o Evangelho denunciam sistemas que oprimem. Mas só o Evangelho oferece uma libertação que começa no coração e se estende à comunidade.


 Promessa de Riqueza: Contradição com o Evangelho?

Aqui está o ponto mais delicado: Jesus nunca prometeu riquezas materiais. Pelo contrário, ele alertou contra o apego ao dinheiro:

“Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro.” — Mateus 6:24

Jesus viveu com simplicidade, ensinou a partilha, e disse que os pobres são bem-aventurados. A Teologia da Prosperidade, ao colocar bênçãos materiais como sinal de fé, pode distorcer esse ensinamento, transformando Deus em um “distribuidor de recompensas” e a fé em uma moeda de troca.

 Críticas Comuns

  • Reduz a fé a uma fórmula de sucesso pessoal

  • Ignora o sofrimento como parte da vida cristã

  • Pode gerar culpa em quem não prospera, como se faltasse fé

  • Desvia o foco do Evangelho para o materialismo

 Fé não é barganha

A fé cristã, como vivida por Jesus e pelos apóstolos, é marcada por sacrifício, serviço e esperança, não por garantias de riqueza. A verdadeira prosperidade, segundo o Evangelho, é espiritual: paz, amor, comunhão, e vida em abundância — não necessariamente dinheiro.

A Teologia da Prosperidade, ao prometer o mundo, esquece que quem fez essa promessa foi o diabo. Jesus, ao contrário, oferece o Reino — e esse Reino começa quando escolhemos amar, servir e partilhar.


Um Chamado à Consciência

A Busca: Um Chamado à Consciência

     

   
                                          




Em tempos de desigualdade crescente, fome persistente e exclusão social, torna-se urgente revisitar os fundamentos éticos que podem orientar uma sociedade mais justa. Entre os muitos caminhos possíveis, dois se destacam por sua força transformadora: os ensinamentos de Jesus Cristo e os ideais marxistas. Embora oriundos de tradições distintas — uma espiritual, outra filosófico-materialista — ambos convergem em um ponto essencial: a denúncia da injustiça e o chamado à libertação dos oprimidos.

Jesus, ao caminhar entre os pobres, ao tocar os excluídos e ao desafiar os poderosos, não apenas pregava o amor — ele vivia a subversão do egoísmo. Seu mandamento de “amar ao próximo como a si mesmo” não é uma sugestão moral, mas uma convocação radical à fraternidade. Ele ensinou que o Reino de Deus pertence aos humildes, aos que têm fome de justiça, aos que choram. E esse Reino não se constrói com ouro, mas com serviço, compaixão e partilha.

O marxismo, por sua vez, nasce da análise crítica das estruturas econômicas que perpetuam a exploração. Karl Marx identificou na luta de classes o motor da história, e propôs uma sociedade sem propriedade privada dos meios de produção, onde o trabalho fosse valorizado e os frutos distribuídos de forma equitativa. Embora tenha criticado a religião institucional como instrumento de dominação, o marxismo compartilha com o cristianismo a indignação diante da miséria e a esperança de um mundo novo.

A semelhança entre ambos se revela na prática: as primeiras comunidades cristãs viviam em comunhão de bens, como descrito em Atos dos Apóstolos. Ninguém passava necessidade, pois tudo era repartido conforme a necessidade de cada um. Essa vivência concreta de igualdade e solidariedade ecoa os princípios marxistas — não como ideologia, mas como ética encarnada.

Por outro lado, o capitalismo moderno se distancia desses valores. Ao colocar o lucro acima da vida, a competição acima da solidariedade e o consumo acima da dignidade, ele transforma relações humanas em transações. O sistema capitalista, embora capaz de gerar riqueza, frequentemente ignora os mais vulneráveis e perpetua ciclos de exclusão. Cristo nos alerta: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6:24). Esse alerta não é apenas espiritual — é profundamente político.

A reconciliação entre fé e justiça social não exige que o cristão se torne marxista, nem que o marxista abrace a fé. Mas exige que ambos reconheçam o valor da vida humana, a urgência da partilha e a necessidade de romper com estruturas que matam. A Teologia da Libertação, por exemplo, é uma expressão dessa ponte: ela lê o Evangelho com os olhos dos pobres e propõe uma fé encarnada na luta por dignidade. 

A Teologia da Libertação surgiu na América Latina nos anos 1960 e 70, especialmente entre padres e teólogos católicos que viviam em contextos de pobreza extrema. Ela não propõe riquezas materiais como promessa divina — pelo contrário, ela parte da ideia de que Jesus está ao lado dos pobres, dos oprimidos e dos marginalizados, e que o Evangelho deve ser vivido como prática concreta de justiça social.

Quando Jesus foi tentado no deserto, de fato o diabo lhe ofereceu “todos os reinos do mundo e sua glória” (Mateus 4:8-9). Jesus recusou, mostrando que o Reino de Deus não se constrói com poder terreno ou riquezas materiais. A Teologia da Libertação reconhece isso — e justamente por isso critica sistemas que acumulam riqueza às custas dos pobres.

O que ela propõe é que a fé cristã não pode ser indiferente ao sofrimento humano. Ela convida os cristãos a viverem o Evangelho com coragem, denunciando injustiças e lutando por dignidade. Muitos dos seus defensores, como Dom Hélder Câmara e Gustavo Gutiérrez, viveram com simplicidade e foram perseguidos por defenderem os pobres.

Claro, há críticas legítimas: alguns dizem que ela se aproxima demais de ideologias políticas, como o marxismo. Mas isso não significa que ela contradiz os ensinamentos de Jesus — significa que ela tenta aplicar esses ensinamentos à realidade concreta dos mais vulneráveis.

Em última instância, o que une Cristo e Marx é o sonho de um mundo onde ninguém seja descartado. Um mundo onde o pão seja de todos, onde o trabalho seja digno, onde o amor seja ação. Esse mundo não é utopia — é possibilidade. E começa quando escolhemos servir, partilhar e amar.



                                                                                                                                Artigo por Julius Britus

12 setembro 2025

Angelina - Amor de A(s)cender: Uma singela homenagem

Uma emocionante homenagem que explora as complexidades das relações humanas e os desencontros que vivenciamos neste mundo. Texto e apresentação por Júlio Anselmo de Brito.


 https://youtu.be/cJHFrcKTZJg?si=INBc_B1G_T9SHClD


O filho pródigo retorna — Trecho


 

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08 setembro 2025

Cristaleira de Livros

 Livro 1: Poemas por W. H. Auden (Autor), José Paulo Paes (Tradutor), Moura Jr. João (Tradutor)

Esta edição bilíngue traz cinquenta dos principais poemas desse que é reconhecido como um dos mais importantes autores ingleses do século XX, desde textos escritos em 1927, quando ele primeiro definiu publicamente suas posições estéticas no que ficou conhecido como “O Manifesto de Oxford Poetry”, até aqueles que datam de 1973, ano da morte do poeta. O volume procura “abarcar, na medida do possível, as várias fases da obra poética de Auden, que foi um poeta prolífico”, conforme declara João Moura Jr., o responsável pela seleção dos textos. Partindo da experiência do modernismo, Auden soube aproveitar o melhor da contribuição de Ezra Pound e T. S. Eliot, mas afastando-se radicalmente do seu reacionarismo político, para expressar-se numa linguagem extremamente pessoal que nem por isso perde de vista - como Drummond - as grandes questões da época. Além de assinar a tradução de vários poemas, José Paulo Paes escreveu para esta antologia um estudo introdutório sobre a vida e a poética do autor, que conta também com um ensaio magistral a respeito de Auden escrito pelo poeta russo Joseph Brodsky, cujo contato com a obra do inglês foi fundamental.


Estado de Conservação:CONDICAO GERAL: Desgastado pelo tempo, CONDICOES PARA O MANUSEIO DA LEITURA FOLHAS RASURADAS, AMARELADAS.

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Livro 2: Participacao Politica Das Mulheres 2014



Detalhes do produto

  • Editora ‏ : ‎ Edições Sos Corpo
  • Data da publicação ‏ : ‎ 1 janeiro 2014
  • Número de páginas ‏ : ‎ 152 páginas
  • ISBN-10 ‏ : ‎ 8589165337
  • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8589165334
  • Peso do produto ‏ : ‎ 346 g
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  • Autor: Carmem Silva
  • Editora: Sos Corpo
  • Qtd. Páginas: 136
  • Código Estoque: 259747A
  • Estado de Conservação:CONDICAO GERAL: OTIMO, CONSERVA-SE EM OTIMAS CONDICOES PARA O MANUSEIO DA LEITURA.
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  • Livro 4: CADERNOS de crítica feminista — ano VI, nº 6 — dez. 2013.



    As revistas da coletânea “Cadernos de Crítica Feminista”publicadas pelo SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia, estão disponíveis. Nos cadernos serão encontrados uma diversidade de textos com importantes temas do campo feminista, escritos por educadoras, pesquisadoras, militantes e pensadoras de diversos espaços, e também do próprio Instituto.

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    Livro 5: Livro As Raízes do Rock

    Verdadeiro retorno às raízes do rock, esta obra recheada de fotos raras explora em detalhes as bases do maior cataclismo musical e cultural de nosso tempo. História dos grandes precursores, de discos míticos, contexto político e social...

    Você saberá tudo sobre as origens do rock. É difícil hoje imaginar um "antes", uma época em que o rock ainda estava começando. No entanto... Entre os primórdios desse gênero musical revolucionário, durante os anos 1930, à sua coroação, em 5 de julho de 1954 - o dia em que Elvis Presley gravou "That’s All Right Mama" -, grandes artistas, em sua maioria negros, plantaram as bases da maior revolução cultural do século XX.



    Resultado de uma mistura entre boogie-woogie, rhythm’n’blues, swing e country, o rock’n’roll não nasceu de um dia para o outro. Ele foi se moldando aos poucos, em um contexto racial delicado, no momento em que os Estados Unidos conheciam um período econômico muito favorável, logo após a Segunda Guerra Mundial.

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    Autor(es)
    EditoraNacional
    IdiomaPortuguês
    ISBN8504018091 9788504018097
    FormatoCapa dura


    07 setembro 2025

    Dona Flor e Seus Dois Maridos - Jorge Amado

     Dona Flor e Seus Dois Maridos” é uma das obras mais emblemáticas do renomado autor brasileiro Jorge Amado, publicada em 1966. A narrativa é ambientada na vibrante cidade da Bahia e gira em torno da vida de Dona Flor, uma mulher que vive entre a saudade do primeiro marido e a busca por um novo amor. A história é uma mescla de realismo fantástico, com uma abordagem leve e divertida sobre o amor, a sexualidade e a cultura baiana. Amado explora, com sua prosa envolvente, a dualidade das relações humanas, criando uma trama rica em humor, emoção e reflexões sobre a vida em sociedade.

    Dona Flor é uma mulher de caráter forte e decidida, casada com Vadinho, um homem mulherengo e boêmio que vive para a festa e a diversão, mas que acaba falecendo precocemente. Devastada pela perda, Dona Flor se vê forçada a recomeçar sua vida, casando-se com Teodoro, um farmacêutico sério e responsável. Entretanto, a presença do espírito de Vadinho faz com que ela pare para refletir sobre seus desejos e a real natureza de seu casamento.

    A obra é muito mais do que uma simples comédia romântica; é uma exploração profunda da identidade feminina, do papel da mulher na sociedade e das nuances dos relacionamentos amorosos. Com personagens memoráveis e um enredo rico, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” se destaca como um dos grandes clássicos da literatura brasileira.



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    03 setembro 2025

    Oficina e Cursos on line no Ateliê Griffo D'Brito's

     

    Curso 1: A Literatura em Face do Social- Suas Imagens e Semelhanças

    A relação intrínseca entre a literatura e o contexto social, analisando como as obras literárias refletem e influenciam a sociedade. Ao longo das aulas, os alunos explorarão diversas representações sociais nas narrativas literárias, discutindo temas como identidade, classe, gênero e política. Através de análises críticas e discussões em grupo, os participantes desenvolverão uma compreensão mais profunda das semelhanças e imagens que a literatura oferece em face dos desafios sociais contemporâneos.

    A literatura reflete as nuances da sociedade, oferecendo uma análise crítica de obras que, tanto clássicas quanto contemporâneas, revelam os valores e dilemas inerentes a cada época. No estudo das imagens e estereótipos, percebemos como as representações sociais e culturais moldam a literatura, influenciando a percepção e a construção de identidades coletivas. ✓ A literatura é um espaço de expressão onde se constrói o Eu social, refletindo a multiplicidade de identidades em diferentes contextos, convidando à reflexão sobre a diversidade humana.

    Oficina 1: O Bardo Solitário - William Blake e The Doors



    Oficina 2: O Ultra Camões Poema e Poesia


    Todos os Nossos Ontens - por Cristin Terrill (Autor)

    O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
    Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
    Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?



    Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas.
    O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo.
    O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo...

    Cidade dos Ossos por Cassandra Clare

     

    Cidade dos ossos por Cassandra Clare

    "Descubra o universo dos Caçadores de Sombras neste primeiro volume da aclamada série Os Instrumentos Mortais e ""prepare-se para se viciar"" (Entertainment Weekly)

    ""A nova rainha da fantasia"" - The Wall Street Journal 


    Clary Fray, 15 anos, decide passar a noite em uma boate em Nova York. O maior de seus problemas provavelmente seria lidar com o truculento segurança da porta, certo? Errado. Clary testemunha um crime, e não um crime qualquer: um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por enigmáticas tatuagens, brandindo armas esquisitas. Para completar, o corpo da vítima desaparece no ar.

    Clary quer ligar para a polícia; quer gritar; quer chamar seu amigo, Simon, que ficou na boate enquanto ela teve a infeliz ideia de perseguir o menino bonitinho de cabelo azul... Mas como explicar a eles que ninguém mais na rua enxerga os assassinos, apenas ela? Como provar que houve um crime se não há rastro algum do sangue do garoto morto - aliás, era mesmo um menino?

    Mas ela nem tem tempo de tomar uma decisão; logo os assassinos se apresentam para a estranha mundana que não deveria vê-los, mas vê. Jace, Alec e Isabelle são Caçadores de Sombras, guerreiros cuja missão é proteger o mundo que conhecemos de demônios e outras criaturas. Vampiros que saem da linha, lobisomens descontrolados, monstros cheios de veneno? É por aí mesmo. E depois desse primeiro contato com o Mundo de Sombras, e com Jace - um Caçador que tem a aparência de um anjo, mas a língua tão afiada quanto Lúcifer -, a vida de Clary nunca mais será a mesma. Mesmo.

    Sombrio, engraçado e sexy, Cidade dos Ossos é o primeiro volume da série Os Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare, que virou um verdadeiro fenômeno mundial e vendeu mais de 50 milhões de exemplares.


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    A Marca de Atena – Rick Riordan

     A Marca de Atena – Rick Riordan: Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy – após seis meses afastados por culpa de Hera -, o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz.

    Os problemas de Annabeth não param por aí – ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela?

    O maior medo de Annabeth, no entanto, é que Percy tenha mudado. E se ele já estiver habituado demais aos costumes romanos? Será que ainda precisará dos velhos amigos? Como filha da deusa da guerra e da sabedoria, Annabeth sabe que nasceu para liderar; no entanto, também sabe que nunca mais vai querer viver sem o Cabeça de Alga.


    22 novembro 2024

    VEM IDOSO, Mais de 100 Bloqueados por dia!


     100 cartões VEM Idoso são bloqueados diariamente por uso indevido no Recife

    Documento que garante o direito a gratuidade a pessoas idosas estão sendo usados de forma indevida; veja como emití-lo de forma segura

    Cadastrado por

    Emanuel Gomes

    Publicado em 22/11/2024 às 11:44 | Atualizado em 22/11/2024 às 11:48.


    Cartão VEM Idoso - FOTO: PAULO MACIEL // CONSÓRCIO DE TRANSPORTE METROPOLITANO



    O Consórcio de Transporte Metropolitano (CTM) divulgou, nesta sexta-feira (22), que cerca de 100 cartões VEM Idoso estão sendo bloqueados todos os dias, na Região Metropolitana do Recife.

    De acordo com Adilson Nunes, gerente de atendimento ao usuário do, o motivo dos bloqueios é o uso indevido do documento, ou seja, entregá-lo a terceiros.



    As imagens são capturadas nas câmeras instaladas nos ônibus e, assim, o mal uso é identificado. O cartão VEM Idoso é de uso pessoal e intransferível, só o titular poderá utilizá-lo.

    O uso por terceiros caracteriza uso indevido e estará sujeito às penalidades do uso irregular. Portanto, não empreste o seu cartão e mantenha o mesmo em local seguro.

    Cartão VEM Idoso

    O Cartão VEM Idoso é um documento voltado exclusivamente para pessoas com idade igual ou superior a 65 anos.

    Com o cartão, o idoso terá mais agilidade no momento do embarque durante as viagens, poderá passar de maneira gratuita pela catraca e escolher o seu assento.

    Como emitir o documento:

    O usuário que desejar obter o VEM Idoso, deverá possuir idade igual ou superior a 65 anos, conforme Lei do Idoso, onde concede seus benefícios, e deverá cadastra-se no site https://cartaovem.com.br/ e, no momento, informe o seu CPF e e-mail válido para recebimento para link de acesso.


    As comprovações necessárias para a obtenção do cartão são:

    Documento com foto (RG ou CNH);

    CPF;

    foto 3×4 fundo branco.

    Desbloqueio do VEM

    Para o desbloqueio, o dono do cartão VEM Idoso deverá procurar a nova sede do CTM, no Recife Antigo.

    Compartilhe

    Leia no print, relato no mínimo inusitado de uma seguidora.

    https://www.instagram.com/p/DCrhT6qu3L4/?igsh=M3Vrd3ZiZWdiZHQw



    16 novembro 2024

    Camarás, Camaragibe A Flor Metropolitana (trechos)



     Em breve, o livro físico estará a disponível.

    04 novembro 2024

    O Bobo Da Corte (Trecho I)


     Por Júlio Anselmo de Brito

    Música: Revoada - Armorial Violado

    25 setembro 2024

    e-Books Na Amazon Kindle



    Está disponível na Amazon, pela Kindle, poemas pós e contemporâneos escritos por Júlio Anselmo de Brito.

    Acesse https://a.co/d/4HF6tFu para obter a coletânea "Convergência de Nuvens - Além das Coisas Linguísticas e Numéricas".

    Acesse https://a.co/d/dLJUmEn para obter a coletânea “O Homem que Vive da Sede e da Fome”

     Adquira o seu exemplar.

    Que de suor, pão e vinho, também, vive o poeta.

    Os poemas dialogam com grandes nomes da literatura e refletem sobre a natureza, espiritualidade e condição humana.

    Títulos como "Rosa Amarela" e "O Deus-Ave" mostram uma conexão profunda com o divino e a natureza, enquanto outros, como "Desejo, Medo E Desejo" e "O Futuro Logo Será Tempo Ancestral", exploram emoções e ciclos da vida.

    A celebração da poesia em sua forma mais pura,

    Convidando os leitores a refletirem sobre suas próprias experiências e a ganharem novas perspectivas sobre o mundo.



    Carta Pedindo Reajuste Salarial


     CARTA PEDINDO REAJUSTE SALARIAL 



    Saudações.

     Senhoria, atualmente desempenho a função de CBO (Cargo Brasileiro de Ocupação) do salário mínimo nessa empresa. Função esta que é honesta, positiva e comprovadamente é exercida da melhor forma possível, colaborando eficazmente tanto para a manutenção, permanência e lucratividade dessa empregadora no ramo empresarial, quanto de forma a tentar preservar o inscrito no quadro de funcionários para recebimento mensal de remuneração, que nos dias atuais se tem no valor de R$ 1.100.

     Diante da situação pandêmica que vivenciamos, eu, como empregado salariado e provedor do meu sujeito social, e consequentemente da minha família, recebendo apenas o piso salarial, o mínimo da categoria, tenho sentido pesadamente o aumento dos preços dos produtos de medicação, para alimentação e serviços básicos como energia e gás de cozinha, dignos para nossa sobrevivência.

     Para se ter uma ideia, o preço em quilograma a varejo do feijão e do arroz, itens indispensáveis na dieta e cesta básica nos últimos 6 meses variou entre R$ 6,00 e R$ 9,00, e R$ 2,48 e R$ 5,98, respectivamente. Sem citar a carestia da mistura de carne, onde o salário da remuneração mensal não acompanha os gastos necessários com as despesas indispensáveis para sobreviver. Salientando que o Guia Alimentar do Ministério da Saúde recomenda a ingestão de arroz e feijão todos os dias. Já que o consumo diário desses alimentos também ajuda a prevenir doenças, como problemas cardiovasculares, diabetes, câncer de colo e mau funcionamento do intestino, acrescenta-se a esse saber que o quilo do grão de leguminosa e o quilo do cereal servem cada um em suas porções 10 refeições e ou 10 pessoas em média, e que para manter uma alimentação balanceada, uma pessoa precisa se nutrir todos os dias, ao menos uma vez, com tais produtos.

     O funcionário, tomando por média de preço referido acima, em um mês, isso acarretaria R$ 35,19 ou 22,272% em cima do atual valor do ticket alimentação. Dessa forma, eu estou inserido no quadro de colaboradores com vínculo ativo hierarquicamente subordinado via salário recebido e função exercida nessa empresa e de outra maneira, sendo talvez parte ou membro ou mesmo corpo dessa família empresarial, venho por meio desta solicitar reajuste salarial.

     Que me dê poder aquisitivo de compra ao menos compatível com a alta dos produtos, mercadorias e serviços subsidiados e inflados pela situação que vivenciamos no período corrente de 2020 e 2021.

     De que forma se pode pensar e concretizar esse aumento salarial?

     Com um aumento real que considere a realidade do aumento dos preços dos serviços e produtos básicos, quais sejam feijão, arroz, açúcar e óleo, bem como energia, água potável para gasto e consumo e gás de cozinha, entre demais produtos e serviços aqui não apresentados, mas subentendidos que compõem a cesta básica e sobrevida da classe “C” ou pobres com vínculos empregatícios remunerados.

     Podemos ter um reajuste de 222% no ticket alimentação, que atualmente está no valor de R$ 158,00 e diga-se de passagem, está abaixo do recomendado pelo incentivo e patrocínio do PAT . De qualquer forma, esse aumento real nos unirá com o poder aquisitivo, nos auxiliando na compra dos produtos básicos para alimentação e de sobrevida.

    E com o dado da cesta básica calculado para suprir as necessidades básicas em uma família [por exemplo] com duas pessoas adultas e duas crianças, fica visível que o aumento solicitado é viável, possível de pagamento.

     Além do entendimento, ao menos racional, que funcionário melhor adequadamente remunerado provém das necessidades dignas de consumo alimentício e sustentável, tem maior rendimento profissional e interpessoal, gerando uma confiabilidade exata, sem ser ou precisar ser invasivo ou servil nem imperativo perseguidor.

     Contudo, é digno ressaltar que sou consciente, por força do trato que se aplica no âmbito de trabalho, que a citada função que desempenham, pode ser muito bem desenvolvida por outras pessoas passíveis e ociosas por contratação. Por se tratar de um cargo bastante rotativo, desde o nível escolar ao grau de experiência exigidos.

     Mas, se é bem dito pelos superiores e sabido por todos os conseguintes, que somos uma família, que passa mais de um terço das 24 horas do dia, juntos, no convívio empregatício do dia a dia, tornando-nos, assim, cada qual em seu respectivo quadro de funcionalidade, essenciais para o perfeito andamento e longa vida de todos os envolvidos, a quem posso ou poderei recorrer.

     E ainda cabe aqui, convenientemente, a parábola analógica do relógio.

    “São dois ponteiros, o da hora e o do minuto, além do terceiro que faz um trabalho descomunal em segundos. O tempo exato, Cronologicamente, não existe se eles não estiverem sendo alimentados proporcional e igualmente. Tais colaboradores devem andar em conformidade para que, juntos, forneçam exatidão.

     Mas, contudo, a realidade dura e triste diz. Se os ponteiros forem só empregados dentro do mecanismo, podem ser substituídos e, caso tivessem alguma consciência do seu papel e valor consciência qual não seja viável ser alimentada. podem ser descartados, desligados, pois tem muitos ponteiros técnicos e pontuais batendo à porta.”

     Será só isso? E apenas isso?

     Pensamos nós, os operacionais, que trabalhamos para o sustento próprio e dos nossos! Precisamos de reconhecimento pessoal, de tratamento que valorize o nosso labor e comprometimento diário, de remuneração que contempla o desenvolvimento como pessoa, sujeito e cidadão, como funcionário que passa a maior parte das 24 horas diárias em inteiriço íntegro ao emprego, integrado aos chefes e nutrindo o lucro empresarial.

     Quem conseguir provar que tudo ou qualquer funcionário, colaborador ou empregado dá prejuízo ao empresário, ao patronato, provará que não merecemos aumento compatível com com as necessidades de consumo apresentadas, não só, nem somente para as necessidades básicas, mas também para uma existência digna, humana.

     Em outras palavras, merecemos sermos tratados não como ponteiros de relógio, mas como horas irrecuperáveis.

    Desesperador é saber do quão tem se tornado inútil a luta pela sobrevivência diante desa contemplação.

    Por Júlio Anselmo de Brito



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